Por Maria Laura Neves - Revista Época - 23/07/2007Para o consultor americano, as empresas têm de dar motivos para o consumidor falar bem delas
O consultor americano Andy Sernovitz, de 37 anos, é uma autoridade no novo marketing viral, uma ferramenta antiga, voltada para a exploração de redes de relacionamento social, revigorada nos últimos anos com o crescimento da internet. Em seu livro Word of Mouth Marketing (O Marketing do Boca a Boca), lançado recentemente nos Estados Unidos e ainda inédito no Brasil, ele tenta ensinar a usar esse recurso de forma adequada, para monitorar o desempenho dos negócios e até estimular a proliferação de comentários positivos sobre nós mesmos.
Época– Por que o boca a boca se tornou tão importante nos dias de hoje?
Andy Sernovitz – O boca a boca é o melhor marketing que uma empresa pode ter. Não existe sucesso maior que clientes recomendarem seu produto por iniciativa própria. É a opinião dos consumidores que constrói a imagem das empresas. Num primeiro momento, a publicidade até pode mudar o que eles pensam. No longo prazo, a verdade sobre o produto é o que fica.
Época– O que mudou para o boca a boca se tornar tão relevante?
Sernovitz – Aconteceram algumas grandes mudanças. Com o avanço da tecnologia, as empresas podem incentivar, acompanhar e até interferir no boca a boca. Na internet, elas passaram a ter acesso ao que as pessoas estão dizendo sobre elas e sobre seus produtos. As conversas acontecem em sites de relacionamento como o MySpace, nos fóruns de discussão, nos blogs. Antes, o boca a boca costumava acontecer de forma isolada. Hoje, ganhou uma imensa visibilidade. Outra grande mudança diz respeito à confiança do consumidor. Os consumidores acreditam mais em outros consumidores que nas empresas, na família ou nos amigos na hora de coletar informações sobre um produto. Eles acreditam menos nas empresas porque, por muito tempo, os publicitários não contavam a verdade e acabaram por perder a credibilidade. Eu, por exemplo, confio na opinião de minha mãe para escolher um prato de comida, mas não para escolher um software para rodar em meu computador.
Época– Desse jeito, o boca a boca vai virar uma ciência. É isso mesmo?
Sernovitz – Como as conversas estão escritas e disponíveis na internet, são muito fáceis de mensurar, estudar e compartilhar. Isso não acontece com a propaganda tradicional.
Época– Isso não entra em conflito com a espontaneidade, a essência do boca a boca? Sernovitz – Há dois tipos de boca a boca. Um deles chamo de orgânico: é o espontâneo. O produto é tão bom, ou tão ruim, que as pessoas falam espontaneamente sobre ele. Às vezes, as empresas precisam de ajuda para os consumidores falarem bem de seus produtos. Precisam pedir que eles os recomendem a seus conhecidos. As novidades precisam ser apresentadas aos consumidores. Esse tipo de boca a boca também é bom.
Época– O que as empresas precisam fazer para que o consumidor fale bem delas?
Sernovitz – Primeiro, têm de dar aos clientes um motivo para falar delas. Podemos amar um restaurante, mas não sabemos explicar por quê. Elas precisam oferecer bons produtos e serviços e prestar um atendimento maravilhoso ao cliente. É isso que faz com que as pessoas recomendem as empresas. Se um negócio é apenas bom, não chamará a atenção de ninguém. As empresas têm de ser excepcionais.
Época– Como as ferramentas da internet podem interferir nesse processo?
Sernovitz – A ferramenta mais importante é aquele pequeno botão que diz “envie para um amigo”, presente nos websites. Obrigar o internauta a copiar um link e colar num e-mail para enviar uma informação a um amigo é um erro grave, mas muito comum entre as empresas. O instante em que o internauta se sente inspirado para dividir a informação com conhecidos dura apenas um clique. O YouTube é um exemplo de uso dessa ferramenta com sucesso. São oferecidas 13 variações dela. Os internautas podem mandar um e-mail para mostrar um vídeo aos amigos, podem dividi-lo com um grupo de discussão, colocá-lo no Digg (site em que os usuários comentam notícias) ou no MySpace (site de relacionamento). Isso explica o sucesso do YouTube. Outra forma de aproveitar os instrumentos da rede é colocar um funcionário para acompanhar sites, blogs e fóruns de discussão que falem da empresa.
Época– Em seu livro, o senhor diz que apenas 20% do boca a boca acontece on-line. E o restante?
Sernovitz – Falamos muito mais no mundo real que no virtual. Os americanos – e, acredito, os brasileiros também – falam de muitos produtos em suas conversas. Estudos mostram que chegamos a falar sobre 15 a 20 empresas em apenas um dia. Falamos dos produtos que queremos comprar, do restaurante em que almoçamos, do filme que queremos ver. Na internet, escrevemos em média apenas um nome de produto por dia. Isso não significa que o boca a boca virtual não seja importante. Lemos sobre um produto numa página da internet e depois mandamos um e-mail para alguém, que vai comentar com a mulher, que, por sua vez, poderá colocar a informação num blog... A rede é parte do processo.
Época– O que as empresas podem fazer quando os clientes falam mal delas?
Sernovitz – O primeiro passo é saber por que estão falando mal. Identificado o motivo, as empresas precisam entrar na conversa. Se responderem à reclamação, mostrarão que estão genuinamente preocupadas. Assim, os clientes deverão mudar de postura. Ignorar a reclamação é a pior coisa que elas podem fazer.
Época– Você concorda com o ditado “falem mal, mas falem de mim”?
Sernovitz – Sempre brinco com isso, mas não sei se concordo com a frase. O melhor mesmo é que as pessoas falem bem de você. Mas, se não estão falando nada, significa que você é um chato. E ser chato é um problema grave.
Época– O senhor pode contar uma história de um plano de boca a boca que não deu certo?
Sernovitz – Meu blog é um exemplo. Quando o criei, achei que faria o blog mais famoso do mundo. Escrevia histórias sobre empresas que tratam mal os clientes. Achei que milhares de pessoas me escreveriam contando as próprias histórias. Ninguém fez isso. Quando escrevo coisas boas sobre as empresas, todo mundo comenta. Esse é o ponto: nunca sabemos o que vai pegar. O importante, no marketing, é sempre tentar. Você expõe uma idéia, conta a seus amigos, vizinhos, clientes, e eles podem – ou não – começar a falar dela.
Prezados, fiquem à vontade para darem as suas sempre relevantes e criativas opiniões sobre o tema.
18 comentários:
O marketing boca-a-boca é conhecido por ser a ação promocional mais eficiente que existe e também a de menor custo. São novas fontes e idéias para divulgar seus produtos. O boca-a-boca tem o poder de convencer, influenciar e determinar o comportamento do consumidor. Quanto mais as pessoas vêem um determinado produto utilizado em público, ou quanto mais ouvem a seu respeito por parte de pessoas conhecidas e em quem confiam, maior é a probabilidade de que venham a comprá-lo. Mas para que o boca-a-boca funcione de fato, é preciso que eu acredite que a pessoa com quem estou conversando faz diferença.O boca-a-boca, parte do princípio de que a mensagem de marketing dirigida a cada indivíduo é muito mais poderosa porque é mais pessoal podendo atingir, a princípio, uma quantidade maior de pessoas do que a mensagem veiculada pelos meios tradicionais. Há maior credibilidade no boca-a-boca do que na publicidade tradicional.
O marketing de boca-a-boca deve ser usado com muito discernimento para que seja eficaz, pois é apenas um dos vários elementos a que uma empresa pode recorrer no momento em que lança um produto no mercado, pois senão, podem chegar ao limite do insuportável como os pop-ups, por exemplo. No fim, o que importa realmente é fazer diferença em meio a tantas opções.
Com certeza é uma das estratégias mais eficazes da atualidade quando temos o consumidor ativo, com opniões construtivas sobre o produto/serviço que está na mídia. Além disso é uma ótima alternativa para pequenas empresa que não possuem uma verba considerável para publicidade, as estratégias adotadas para se despertar o boca-a-boca podem ser de baixíssimo custo, com resultados imensuráveis. Vejo isso na prática trabalhando com marketing no terceiro setor, com certeza é a principal fonte de divulgação e posicionamento, 78% do público conhece a organização por indicação. Sobre o mkt viral na web , vi em uma palestra sobre o assunto que hoje, blogueiros são pagos por grandes empresas para falar bem de produtos em seus sites que possuem milhares de acessos diariamente.
Concordo que grande parte do que é construído no senso comum do consumismo, parte do que é anunciado nos grandes veículos de massa. Não podemos deixar de considerar a forma mais antiga e eficiente de propaganda que é a boca a boca. Os canais de relacionamento entre os consumidores se diversificaram, permitindo uma integração muito maior do que antes. Aquele individuo que antes estava restrito a sua região e ciclo de amigos, agora potencializa seu alcance com as diversas ferramentas existentes. Os sites de relacionamento promovem discussões sobre determinados produtos e somos inclusive motivados a expor nossos hábitos de consumo. Automaticamente se estabelece um julgamento sobre aquilo que se compra. As experiências são trocadas e questionadas. Isso passa a nortear grande parte do que se pensa a respeito de determinado produto. Devemos ter cuidado na hora de filtrar essas informações , uma vez que o motivo que as produz pode estar envolvido por diversos interesses. O interessante é nos munirmos de informações e criarmos uma rede de relacionamentos saudável , compartilhando informações relevantes e atuando como inspetores dos produtos e promessas que são despejadas todos os dias no mercado.
O boca a boca hoje é uma das formas de divulgar um produto ou marca mais eficientes. Como ferramenta, deve ser aproveitada e instigada pelas empresas, como sugere o entrevistado: em sites e em peças nas quais a frase "indique a um amigo" tem destaque. O retorno de um investimento como esse fortalece e torna a marca reconhecida por prestar serviços de qualidade e zelar pela opinião do cliente, bem como os 'sacs'. Hoje em dia é incontestável que o cliente tem opinião e sabe qualificar os serviços e produtos disponíveis no mercado, e mais, passar adiante informações e experiências pelas quais presenciou e participou.
Como estudamos em “gestão de marcas”, um dos princípios para o conhecimento da marca são as experiências anteriores e as crenças sobre o produto, ou seja, o que as pessoas que já utilizaram o produto/serviço pensam sobre aquela marca.
O público atual está mais exigente não acreditando somente no que as campanhas dizem. Com o crescente número de concorrentes, é necessário um diferencial no produto a ser adquirido e um diferencial muito importante dá-se na opinião de outras pessoas sobre o mesmo. Estamos acostumados a nos apoiarmos em experiências de conhecidos e isso pode aumentar a credibilidade do produto ou eliminá-la do nosso consumo.
Hoje é muito comum falarmos sobre marketing de relacionamento e métodos de aproximação do cliente como o SAC (serviço de atendimento ao consumidor), o fale conosco e outros métodos interativos, esses princípios fazem com que o cliente esteja satisfeito com a empresa, preocupando-se em responder as críticas e sugestões.
Esse é um dos caminhos para uma marca sempre forte, relacionamento com os clientes para que eles sejam o seu maior vendedor.
Para entender mais um pouco sobre marketing viral achei sete técnicas muito interessantes http://www.meio.ws/artigos/exibe.asp?na=18
Entrem no site.
Pra mim,o boca a boca é e sempre vai ser o melhor meio de alcançar vendas com sucesso absoluto.
O mais importante disso tudo é que caimos no que falamos outro dia dentro de sala.Será mesmo que o cliente nunca tem razão.Pra mim o cliente sempre vai ter partindo do pressuposto que o relacionamento para a empresa é mais importante do que para o cliente.Se ele nao for bem atendido,vai procurar outra melhor,é como numa paquera,se voce nao quer, tem quem queira.
Acredito também que o poder da palavra é o que vale.As vezes a empresa nem é tao boa,mas se tem alguem falando deve ter alguma coisa de bom.É como homem casado,ou com algum tipo de relacionamento,alguma coisa boa ele deve ter de bom.
Teve um dia que estava vendo uma reportagem na tv cultura dizendo que o que falamos é o que somos.Entao se falamos sempre que somos competentes o ser humano vai acabar acreditando.Isso que acontece no boca a boca e na vida em geral.
Forte abraços
Aline
Hoje com as novas midias, os mkt viral se tornou uma ferramenta mais do que usada por todos, não só pelas empresas mais também por pessoas comuns. Um exemplo disso são os videos do youtube, quem nunca recebeu um link ou ficou sabendo de algum video do site?
Concordo com a Aline, pra mim o cliente vai ter sempre razão, como disse em um comentário passado um cliente insatisfeito faz propaganda negativa fazendo com que o mkt viral aconteca.
Na página (http://neosite.ilogic.com.br/artigos/divulgar-site/como-fazer-marketing-viral.html)tem uma materia interessante sobre o mkt viral com varios exemplos de videos do youtube, vale a pena dar uma olhada.
Realmente o marketing boca a boca é de extrema eficiência, tem um impacto muito maior e mais informativo que qualquer outro meio. É como diz os estudos citado pelo americano, que as pessoas comentam de 15 a 20 empresas diferente durante o dia, e é um fator importante a se relevar, a todo momento estamos prestigiando ou massacando uma marca, se estamos falando bem, estamos fortificando cada vez mais essa marca, as pessoas se sentem atraídas quando ouvem falar bem de uma marca, ao mesmo tempo que modificamos a visão para determinado produto após uma pessoa fazer um comentario negativo. É um meio onde as empresas devem se preocupar justamente pelo valor que ele traz a marca. valeu t+
Concordo com a expressão "o boca a boca é o melhor marketing". A questão é quem está formando opnião sobre determinado produto ou serviço. O boca a boca tanto on-line como off-line, e o seu sucesso, está ligado diretametne a questão do formador de opinião. Na internet, pela diversidade de conteúdos, essa questão deve ser trabalhada estratégicamente. Um blogueiro com bastante popularidade na rede, dentro da sua linha de assunto, é um grande formador de opinião. Por isso várias empresas apropriam desses canais para divulgações de acordo com seu segmento, e o blogueiro ainda reforça seu orçamento pela credibilidade conquistada. O marketing viral, na minha opinião, é uma ferramenta de precisão, gera resultados satisfatórios com custos baixos, não confundindo custo baixo, com custo zero. E a precisão dessa ferramenta está na estratégia traçada para espalhar o que se quer ouvir sobre um produto ou serviço. Levando em consideração que, o ambiente on-line é uma extensão do ambiente off-line desconsiderando o espaço e o tempo.
Está ai uma estratégia de marketing do futuro.
O que antes as empresas descartavam achando que era perda de tempo agora é o principal fator para um marketing de sucesso e o reconhecimento da marca.
A boca-boca como o consultor Andy Sernovitz apresenta em sua entrevista, consegui reunir o relacionamento com o cliente, preocupado em sempre agradar o consumidor, com os interesses da empresa.
Com a tecnologia, a boca-boca passa a ter duas vertentes, um espontaneamente e outro presente na internet, isto só irá aumentar o numero de pessoas que a estratégia alcançará.
Mas para que a marca seja reconhecida e consiga chamar atenção do seu publico, ela precisa se superar na qualidade de seus produtos e no atendimento maravilhoso aos seus clientes, assim abrirá espaço para a boca-boca acontecer, só trazendo resultados positivos para a empresa e fidelizando ainda mais os seus clientes.
Boca a boca tem duas vertentes a negativa e a positiva. É a propaganda espontânea gerada por uma experiência ruim ou boa. Na maioria das vezes o boca a boca pode ser considerado uma fonte confiável de informação. Se o informante for uma pessoa de confiança podemos acreditar na informação, mas se o informante for um desconhecido, ou uma pessoa não muito confiável, é bom procurar outras fontes, pois a informação pode ser uma tremenda fofoca.
“O Jornal Hoje foi às ruas” E perguntou sobre o assunto “... Quem nunca foi vítima de um comentário maldoso, de uma intriga? Com o avanço da comunicação virtual, a fofoca passou a circular com uma rapidez ainda maior.
Sabe a Maria? Então, ela disse que o Francisco falou que o Carlos deu um golpe no João. Você não sabia? Tudo fofoca e como sempre, o clima ficou péssimo para todo mundo.
Fofoca é o nosso assunto de hoje. Ela é tão comum que foi difícil encontrar quem nunca fez ou foi vítima um dia. “Já fui muito vítima de fofoca”, diz uma jovem. “Acho que a maioria das pessoas faz isso”, confirma uma senhora.
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Você não consegue controlar, não consegue parar a corrente de informações. Não importa se de boca em boca ou se pela internet, a fofoca que é fofoca se espalha feito uma praga.
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http://jornalhoje.globo.com/JHoje/0,19125,VOI0-3069-939-273787,00.html ”
O boca a boca é uma excelente maneira de se fazer publicidade, desde que não vire fofoca.
NILSON JÚNIOR
O boba a boca é uma ferramenta de comunicação muito valiosa para qualquer empresa e/ou produto, só que tem os dois lados da moeda, os que falam bem e os que falem mal. Se falarem bem é poorque o trabalho está sendo reconehcido e se falaerem mal também é importanta a empresa saber porque estão falando mal e resolver tal problema, ou seja, o mais importante do boca a boca é ouvir das pessoas que falam mal, para assim corrgir erros e melhor o produto/serviço da empresa contestada. Esse marketing torna-se ficiente em ambos os aspectos, partem dos principios do desejo do consumidor que é por sua vez atendido ou não. A mensagem é dirigida talvez ao público direto do produto, pois o consumidor primário contará para um secundário que de tal forma poderá ser de seu mesmo perfil, estilo de vida e ter aprendido a mesma cultura.
Concordo com a Carolina no que diz respeito do marketing de boca a boca chamado de marketing viral ao lançar um produto. O marketing viral é uma das estrategias mais comuns no mercado hoje em dia pois a partir de um produto lancado no mercado podemos utilizar essa estrategia o que pode alavancar ou declinar as vendas de um determinado produto.Tudo isso de acordo com o boca a boca. Certo ditado popular diz que o boca a boca vale mais do que mil palavras eu acho que é mais ou menos isso.
é aconselhavel realizar o boca a boca quando o cliente procura uma agencia e nao possui muita verba para veiculacao.
Isso pode trazer experiencias positivas,negativa de um determinado produto. Mas se um cliente compra determinado produto/ serviço e ficou insatisfeito dai nao a cristao que recupere a imagem da empresa.
É uma forma eficiente, mas que deve ser realizada com uma estratégia bem definida em que aqueles que devem ser atingidos (formadores de opinião) entendam e aceitem a comunicação. Esse tipo de marketing é muitas vezes compreendido erradamente causando uma imagem negativa daquele que está se comunicando. Nesse momento podemos pensar nos spans que atualmente são bloqueados pelos próprios usuários da internet por considerarem inconvenientes. A abordagem do boca a boca deve ser sutil, desta forma aqueles que são atingidos acabam se interessando e difundindo a informação dentro do ambiente on e of line.
Toda a estratégia de marketing no fundo é uma incógnita, não há certezas absolutas dos resultados. Mas particulamente acredito que de todas a estratégias, há mais bem acertada, que uma empresa pode ter, é a que o autor citou:
"Primeiro, têm de dar aos clientes um motivo para falar delas. Podemos amar um restaurante, mas não sabemos explicar por quê. Elas precisam oferecer bons produtos e serviços e prestar um atendimento maravilhoso ao cliente. É isso que faz com que as pessoas recomendem as empresas"
O boca boca expontâneo, natural, pautado apenas na percepção real do cliente, sem "interferências externas,por parte da empresa, ainda é a melhor prova de que a empresa está indo no caminho correto. Afinal de contas, se para conseguir um elogio de sua namorada, você sempre tem que de alguma maneira pedir e direcioná-la a isso é sinal que você não está se saindo tão bem.
Por isso, acredito que o boca boca on-line é valido, desde que siga o princípio da expontaneidade e não seja apenas uma manipulaçõa por parte das empresas.
Para mim é o principal veiculo de comunicação existente entre nós. Mas o que ela tem de força comunicativa, pode tanto agregar, quanto destruir o que for a ser questionado por ela.A condução de uma campanha do boca-a-boca, apesar de eficaz, é de uma singela simplicidade. O marketing de boca-a-boca opõe-se frontalmente à publicidade tradicional veiculada pelo rádio e pela televisão — a clássica estratégia de “marketing de massa” baseada em difundir uma mensagem o máximo possível seria a melhor forma de alcançar o maior número possível de consumidores interessados.Comportamentos desse tipo esquentam o debate sobre a existência de um elemento inerentemente antiético no marketing de boca-a-boca.Para alguns, a questão ética limita-se a uma vaga pontada de desconforto quando descobrem que a empolgação de um amigo com um novo produto é parte de um esforço orquestrado por uma empresa com o objetivo de criar o boca-a-boca.
CRISTIANO BARCELOS.
O QUE POSSO DIZER E QUE NA EMPRESA QUE TRABALHO TENHO UM GRANDE EXPERIENCIA EM MARKETING BOCA-A-BOCA, POIS A CHURRASCARIA NUNCA FE PROPAGANDA ATÉ ANO RETRASADO, POIS ANTES TINHA UM NICHO MAIOR DE CLIENTES E PEQUENO DE BARES E RESTAURANTE.
HJ NOS VEMOS EM UMA SITUAÇÃO MUITO DIFICIL POIS A CONCORRENCIA AUMENTOU CONSIDERAVELMENTE NO MERCADO DE BARES E RESTAURANTE, LÓGICO QUE AINDA HJ A PROPAGANDA BOCA -A-BOCA E A MAIS EFICAZ.
NAO ADIANTA FAZER MUNDO DE PROPAGANDA SE NAO CONSEGUE ATENDER SEU CLIENTE COMO ELE DEVE SER ATENDIDO. PARA TUDO TEM QUE MONTAR UMA ESTRATÉGIA PARA ATINGIR SUAS METAS, IDENTIFICAR SEU PUBLICO-ALVO E TENTA-LO ACERTA, COMO O TEXTO DIZ, NAO ADIANTA SER BOM TEM QUE SER OTIMO, VC TEM QUE TER UM DIFERENCIAL PARA CHAMAR A ATENÇAO DE SEU CLIENTE, E COM ISSO MOTIVA-LO A FAZER A PROPAGANDA BOCA-A-BOCA, E O MAIS IMPORTANTE SABER SEMPRE O QUE SEU CLIENTE ESTA PENSANDO PARA NAO DEIXAR ESCAPAR ALGUMAS OPORTUNIDAS DE FAZER O DIFERENCIAL.
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